terça-feira, 25 de maio de 2021
segunda-feira, 17 de maio de 2021
A SITUAÇÃO NÃO É DE BRINCADEIRA...
Colégio presta esclarecimentos sobre morte de professores na pandemia
Por meio de uma nota publicada no início da tarde desta segunda-feira, 17, o Colégio Christus lamentou e detalhou os casos de Covid-19 entre os seus colaboradores. Ao todo, cinco professores, entre profissionais do colégio e da universidade da instituição, morreram em decorrência da infecção pelo coronavírus. A morte de um sexto profissional de educação também é citada na nota, entretanto, o colégio alega que o professor já não fazia parte do quadro da instituição desde julho de 2020. Sem citar nomes, o colégio prestou esclarecimentos sobre cada um dos cinco casos. O primeiro trata-se de um professor que ministrava aulas para turmas do Pré-Universitário. De acordo com a nota, o educador possuía comorbidades e "lecionava suas aulas de casa e não veio à escola no período em que, infelizmente, foi infectado".
Ainda de acordo com o comunicado, outros dois colaboradores, que faziam parte da coordenação das atividades de educação física, também foram vítimas da Covid-19. A escola explica que ambos "estavam na escola em período de aulas presenciais, mas tiveram contato mínimo com os alunos durante o período".
A coordenadora da área linguística do Colégio e da Unichristus foi outra vítima do vírus durante a pandemia. Segundo a nota, ela prestava serviços de forma híbrida, ou seja, por vezes na escola e outras em casa, seguindo as necessidades da função dela. O colégio informa que ela também não teve nenhum contato com os alunos durante os últimos meses. Por fim, a instituição também comentou a morte da professora Kelly Cristina, no último domingo, 16. De acordo com o colégio, a educadora ministrava as aulas remotas da escola,e apresentou os primeiros sintomas no dia 21 de abril, tendo sida afastada de imediato. O teste que detectou o resultado positivo foi fornecido pela escola. A instituição menciona a morte de um sexto profissional de educação, mas explica que o professor já não possuía vínculos com a escola desde o último ano.
Preocupação com a situação
O Colégio Christus informa que a escola oferece testes que permitem estabelecer a presença ou não do vírus nos seus colaboradores desde setembro de 2020, além de fazer o máximo para garantir a segurança dos funcionários.
"Não medimos esforços para que nossos colaboradores trabalhem em segurança. Distanciamento, uso de máscaras e todos os demais procedimentos que constam no protocolo sanitário são seguidos pela instituição, que é constantemente visitada por órgãos de saúde responsáveis pela fiscalização de nossos protocolos. O momento vivido por nós da escola é de profunda tristeza, por perdermos profissionais tão queridos nesta grave crise sanitária".
O comunicado diz que a instituição busca celeridade no processo de vacinação dos profissionais de educação. No último dia 27 de abril, a direção do Colégio Christus participou de reunião com a gestão da Secretaria de Saúde do Município. Na ocasião, foi solicitada a vacinação prioritária para professores e funcionários das escolas.
Em abril, o prefeito de Fortaleza, José Sarto (PDT), enviou um ofício ao Ministério da Saúde (MS) solicitando a inclusão dos profissionais da educação entre os grupos prioritários para a vacinação contra a Covid-19. Entretanto, a Secretaria Municipal de Fortaleza (SMS) informou que o pedido não foi atendido e que segue a ordem de prioridades do Plano Nacional de Imunização (PNI).
Atualmente, Fortaleza encontra-se na terceira fase do plano de vacinação, mas pessoas que pertencem ao segundo grupo prioritário seguem recebendo a segunda dose dos imunizantes.
Assim como a SMS, a Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa) informa que os professores fazem parte do grupo prioritário 4, e que não há nenhuma previsão de quando passarão a ser contemplados com as vacinas. O processo deverá ser iniciado logo que se finalize a vacinação do terceiro grupo prioritário.
O que é moral?
Numa breve definição de moral, podemos dizer que se trata do conjunto de valores, de normas e de noções do que é certo ou errado, proibido e permitido, dentro de uma determinada sociedade, de uma cultura. Como sabemos, as práticas positivas de um código moral são importantes para que possamos viver em sociedade, fato que fortalece cada vez mais a coesão dos laços que garantem a solidariedade social. Do contrário, teríamos uma situação de caos, de luta de todos contra todos para o atendimento de nossas vontades.
Assim, moral tem a ver com os valores que regem a ação humana enquanto inserida na convivência social, tendo assim um caráter normativo. A moral diz respeito a uma consciência coletiva e a valores que são construídos por convenções, as quais são formuladas por uma consciência social, o que equivale dizer que são regras sancionadas pela sociedade, pelo grupo. Segundo Émile Durkheim, um dos pensadores responsáveis pela origem da Sociologia no final do século XIX, a consciência social é fruto da coletividade, da soma e inter-relação das várias consciências individuais.
Dessa forma, as mais diferentes expressões culturais possuem diferentes sistemas morais para organização da vida em sociedade. Prova disso está nas diferenças existentes entre os aspectos da cultura ocidental e oriental, em linhas gerais. Basta avaliarmos o papel social assumido pelas mulheres quando comparamos brasileiras e afegãs, assim como aquele assumido pelos anciãos nas mais diferentes sociedades, o gosto ou desinteresse pela política. Devemos sempre ter em mente que a moral, por ser fruto da consciência coletiva de uma determinada sociedade e cultura, pode variar através da dinâmica dos tempos.
Ao partirmos então da ideia de que a moral é construída culturalmente, algumas “visões de mundo” ganham status de verdade entre os grupos sociais e, por isso, muitas vezes são “naturalizadas”. Essa naturalização de uma visão cultural é o que dificulta conseguirmos distinguir entre juízo de fato (análise imparcial) e de valor (fruto da subjetividade), o que pode ser uma armadilha que nos leva ao desenvolvimento de preconceitos em relação ao que nos é estranho e diferente.
Considerar o outro ou o próximo é um aspecto fundamental à moralidade. Dessa forma, uma preocupação constante no debate sobre ética e moral se dá no sentido de evitar a violência em todas as suas possíveis expressões (física ou psíquica), bem como o caos social. Os valores éticos (ou morais) se oferecem, portanto, como expressão e garantia de nossa condição de seres humanos ou de sujeitos racionais e agentes livres, proibindo moralmente a violência e favorecendo a coesão social, isto é, a “ligação” entre as pessoas em sociedade. Porém, considerando-se que o código moral é constituído pela cultura, a violência não é vista da mesma forma por todas as culturas. Numa cultura, ao definir o que é mau ou violento, automaticamente defini-se o que é bom. Logo, a noção de violação, profanação e discriminação variam de uma cultura para outra. Contudo, em todas se tem a noção do que é a violência.
Assim, tanto os valores como a ideia de virtude são fundamentais à vida ética e, dessa forma, evitam a violência, o ato imoral ou antiético. Ser virtuoso, em linhas gerais, significa desejar e saber colocar em prática ações éticas, isto é, moralmente louváveis. A noção de bem e mal ou bom e mau é fundamental para que calculemos uma forma de fugir do sofrimento, da dor, alcançando a felicidade de forma virtuosa.
Contudo, é importante lembrar que fins éticos requerem meios éticos, o que nos faz deduzir que a famosa expressão “todos os fins justificam os meios” não é válida quando se busca ser virtuoso. Se em nosso código moral consideramos o roubo como algo imoral, roubar seria assim um meio injustificável para se alcançar qualquer coisa, ainda que isso fosse feito em nome de algum valor moral. A simples existência da moral não significa a presença explícita de uma ética, entendida como filosofia moral, isto é, uma reflexão que discuta, problematize e interprete o significado dos valores morais. Ao contrário disso, as sociedades tendem a naturalizar seus valores morais ao longo das gerações, isto é, ocorre uma aceitação generalizada.
Paulo Silvino Ribeiro
Colaborador Brasil Escola
Bacharel em Ciências Sociais pela UNICAMP - Universidade Estadual de Campinas
Mestre em Sociologia pela UNESP - Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho"
Doutorando em Sociologia pela UNICAMP - Universidade Estadual de Campinas
As pedras do caminho
Em um de seus poemas mais conhecidos, o poeta Carlos Drummond de Andrade fala-nos de uma pedra: “tinha uma pedra no meio do caminho”. Eis o poema na íntegra:
O que seria esta pedra no meio do caminho do poeta? Não sabemos. Porém esta metáfora (comparação figurada) é também de uso popular. Às vezes a gente diz que tem uma pedra no nosso caminho, tem uma pedra no sapato, etc. É uma comparação que se refere a problemas que enfrentamos, a obstáculos que não nos deixam conquistar coisas que queremos, etc.
É interessante que nos relatos bíblicos desses acontecimentos também aparece com muita força a figura da pedra. Primeiramente no relato de sua morte: Ele foi colocado em uma gruta numa montanha, conforme era o costume de se enterrar as pessoas na época e foi colocada uma grande pedra na entrada dessa gruta para guardar o sepulcro. Leia o relato do Evangelho de Marcos 15:46:
“Este (refere-se a José de Arimatéia), baixando o corpo da cruz, envolveu-o em um lençol que comprara e o depositou em um túmulo que tinha sido aberto numa rocha; e rolou uma pedra para a entrada do túmulo.”
Podemos dizer figuradamente que esta pedra dividia a vida e a morte. Jesus morto. A pedra o separava da vida. Por outro lado, porém, para os seus discípulos e todos os que Nele acreditavam talvez aquela pedra representasse morte. A esperança acabara. Deixaram suas vidas normais para segui-lo. E agora, com sua morte, era a morte. Era o fim. Não havia mais esperança.
O relato bíblico, porém, não pára por ai. Ele diz que:
“Passado o sábado, Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago, e Salomé, compraram aromas para irem embalsamá-lo. E, muito cedo, no primeiro dia da semana, ao despontar do sol, foram ao túmulo. Diziam umas às outras: Quem nos removerá a pedra da entrada do túmulo? E, olhando, viram que a pedra já estava removida; pois era muito grande.” (Marcos 16.1-4)
Rev. Luiz Eduardo Prates da Silva
Coordenador da Pastoral Universitária e Escolar
Governador sanciona leis para realização de concursos na área da Segurança Pública do Ceará; serão 3.074 novos profissionais
O governador Camilo Santana sancionou, na manhã desta segunda-feira (17), as duas leis, aprovadas pela Assembleia Legislativa do Ceará na última quinta-feira (13), que viabilizam a realização de concursos para as Polícias Civil e Militar, e Perícia Forense do Ceará (Pefoce). Estiveram presentes na solenidade de assinatura a vice-governadora Izolda Cela; o secretário da Segurança Pública e Defesa Social, Sandro Caron; o comandante da Polícia Militar, coronel Márcio Oliveira; o perito geral da Pefoce, Júlio Torres; comandante do Corpo de Bombeiros Militar do Ceará (CBMCE), coronel Ronaldo Roque de Araújo; e o delegado geral da Polícia Civil, Sérgio Pereira dos Santos.
Os concursos foram anunciados pelo governador Camilo Santana em novembro de 2020. Contudo, as leis precisaram ser modificadas para que os certames e o ingresso de novos profissionais aconteçam da melhor maneira possível. “Teve algumas mudanças legais que foram feitas para aperfeiçoar a formação dos novos concursados. Então, foi todo um estudo feito, a mensagem enviada para a Assembleia, aprovada pelos deputados, a quem eu quero agradecer em nome do presidente Evandro Leitão. E hoje nós vamos sancionar para viabilizar a realização do concurso tanto para Pefoce, tanto para Polícia Militar, como para Polícia Civil. E nós, em relação ao Corpo de Bombeiros, iremos chamar a última turma de Bombeiros para reforçar o time da segurança pública ainda este ano”, garantiu Camilo Santana.
terça-feira, 11 de maio de 2021
Descanse em paz, guerreiro Júnior Brito!!!
Croatá perde para a COVID 19 mais um de seus filhos ilustres. Falo assim,pois conheci de perto o , tão disciplinado e sonhador , Júnior Brito. Estudante exemplar desde o Ensino Fundamental, muito aplicado e observador no Ensino Médio, adentrou na Guarda Municipal de Croatá em 2002, onde prestou excelente trabalho e seguiu a carreira militar quando ingressou na Polícia Militar do Estado do Ceará. Também era formado em Direito, com certeza dispunha de muitos sonhos e conquistas já certas,pois era um vencedor.
NOTA DE PESAR:
"Deixo aqui os mais sinceros votos de pesar aos seus familiares, pessoas maravilhosas, neste momento tão difícil que, com o poder do Senhor, irão atravessar"
De seu ex professor César Augusto!!
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Obs.: Júnior Brito é o terceiro da direita para a esquerda!! |
segunda-feira, 10 de maio de 2021
Diferenças entre conscientização e engajamento(2)
Agora que já percorremos as definições de conscientização e
engajamento, fica mais fácil entender a diferente entre eles:
- enquanto a conscientização visa os porquês, o engajamento visa
os comos;
- enquanto a conscientização trabalha no campo
filosófico (na mentalidade das pessoas), o engajamento trabalha no
dia a dia do processo (na execução);
- enquanto a conscientização mostra o que é
preciso ser feito e porque é preciso ser feito, o engajamento estimula que
as coisas sejam feitas;
- enquanto a conscientização “é alcançada
quando as pessoas entendem” a empresa e seus processos, o
engajamento é alcançado quando as pessoas executam as
cosias e promovem melhoria contínua;
- Enquanto a conscientização corresponde ao
campo das ideias, o engajamento é o “fazer acontecer”.
Assim, o que precisa ficar muito claro nesse tópico é que a
consciência está ligada à intenção que empregamos ao fazer as coisas.
Já o engajamento está ligado à ação, à execução de atividades que
ajudem a alcançar os objetivos.
O que é mais
importante: conscientização ou engajamento?
É aqui que o maior erro habita!
Pois não é possível fazer distinção entre mais e menos importante quando se
fala de conscientização e engajamento. Ambos são igualmente importantes e devem
ser trabalhado de forma conjunta.
Quando você trabalha apenas a conscientização, sua empresa tende a ter
muito puxa-saquismo e pouca gente que realmente se engaja nas atividades e
tarefas. Quando estimula o engajamento de forma desleixada, focando apenas na
execução, então você desestimula a melhoria contínua (como as pessoas não sabem
porque executam as tarefas, elas apenas o fazem de forma mecânica e
distante, assim não entendem como as rotinas e tarefas podem ser
melhoradas e, igualmente, não o fazem).
Esclareça o
resultado das ações
Quando as distinções entre conscientização e engajamento não estão
claras, é comum aplicar atividades, dinâmicas ou treinamentos focando
engajamento, mas trabalhando a conscientização (ou vice-versa). Assim, é
extremamente importante entender o que estamos trabalhando.
Além disso, há dois aspectos importantes a levar em conta:
- toda ação de conscientização ajuda a estimular
engajamento;
- toda ação de engajamento deve ter início na
conscientização.
Toda vez que você trabalha o porquê das coisas, direta ou indiretamente
está também estimulando as pessoas a executarem as ações. Isso ocorre,
pois, uma das intenções de trabalhar conscientização é explicar a
importância e o impacto das coisas.
Quando você demonstra de forma eficaz que algo é
importante para e empresa e para os processos, existe a tendência de que as
pessoas liguem a atenção a esses fatores e os coloquem no radar de execução.
Dessa forma, o 1º passo para o engajamento pleno é a conscientização.
Somente depois de entender por que as atividades e tarefas são importantes é
que o colaborador vai se engajar e executá-las no seu dia a dia.
Colaborador
engajado ou colaborador conscientizado?
Também é importante entender que nem sempre conscientização de
engajamento andam de mãos dadas. Afinal:
1.
É possível que um colaborador seja consciente de suas responsabilidades
e influência no processo e,
mesmo assim, não esteja engajado;
2.
Igualmente, pode acontecer de um colaborador estar engajado em
atividades que ele não sabe por que precisa executar.
Ambos os casos são ruins e prejudiciais a empresa. No 1º, porque
atividades importantes do processo (como a tratativa de uma NC, por exemplo)
podem não ser executadas. No 2º, porque atividades que não agregam valo ao
processo (ou até mesmo o prejudicam) vão continuar sendo executadas
inconscientemente.
Assim, é preciso identificar em qual nível de
consciência as pessoas estão. Tendo clareza desse momento e das
diferenças entre conscientização e engajamento, é possível trabalhar de forma
assertiva para ajudar as pessoas a priorizar as atividades e executar o que
realmente vai ajudar a empresa.
Diferenças entre conscientização e engajamento(1)
Não saber essa distinção implica em,
mais tarde, aplicar atividades e executar ações que não estão adequadas
para o alcance do resultado esperado. Ao aplicar ações sem clareza disso, há 2
caminhos comuns:
1. não conseguir
mensurar se a ação deu resultado, afinal você não tinha clareza de
qual resultado você buscava;
2. não ver os efeitos
da ação porque ela não atingiu o resultado que você esperava (afinal, você
aplicou uma ação com um propósito diferente do resultado esperado).
Perceba que em ambos você vai se
frustrar e acreditar que conscientização e engajamento são coisas de outra
galáxia. Então, com este artigo, espero conseguir esclarecer o que cada coisa é
(ou o que não é), contribuindo para você planejar melhor
as ações aí da sua empresa.
O que é conscientização
Para entender melhor o que é
conscientização, vamos ver o que diz a ISO 9000:2015 (Sistemas
de gestão da qualidade — Fundamentos e vocabulário):
2.2.5.4 Conscientização
A conscientização é alcançada quando as pessoas
entendem suas responsabilidades e como suas ações contribuem para a realização
dos objetivos da organização.
Mais à frente, vou falar um pouco
sobre o problema da falta de ações. Vide Qualidade
Filosófica no próximo capítulo. Por hora, pensando nisso, a
conscientização pode ser considerada bastante filosófica, afinal, trata
exclusivamente do “porque” de executarmos as coisas. Aqui, não se instiga o
envolvimento com as atividades e com a empresa em si.
Segundo o item da ISO, a
consciência é alcançada quando as pessoas entendem por que elas fazem as coisas.
Nessa compreensão está, por exemplo, a influência das ações das pessoas sobre
outros processos e áreas, bem como sobre a satisfação do cliente.
Assim, em síntese: ser consciente é
entender como as minhas ações contribuem para realização dos objetivos da
organização.
O que é engajamento
Igualmente, para entender o que é
engajamento, vejamos a 9000:2015:
3.1.4
engajamento
envolvimento (3.1.3) em, e contribuição para,
atividades que visem atingir objetivos (3.7.1) comuns
Um “grande problema” que tenho
tratado bastante no blog é a questão da Qualidade Filosófica. Nela,
as pessoas tendem a achar que a qualidade é uma filosofia
impalpável de vida. Algo meio abstrato e transcendental que fica por aí mesmo.
Com o engajamento, acontece a mesma
coisa. As pessoas tendem a avaliar engajamento como uma paixão avassaladora
pela empresa. Um amor incondicional que as faz transbordar de alegria e
felicidade no trabalho. Porém, engajamento é ação, não emoção!
Segundo a definição da ISO 9000,
engajar-se é se envolver e contribuir em atividades que ajudem
a empresa atingir os objetivos. É claro que gostar do lugar que você trabalha é
importante, que amar e “vestir a camisa da empresa” é algo que todos buscam.
Entretanto, se incentivamos esse
“amor” sem ações, sem atividades que visem atingir objetivos da
empresa, na verdade, estamos caindo na armadilha do puxa-saquismo…
A armadilha do puxa-saquismo
Eu usei a palavra “armadilha” porque,
às vezes, o puxa-saquismo nem mesmo é falha de caráter das pessoas, mas um erro
de direcionamento da própria organização.
Quando a empresa escolhe reconhecer a
paixão do colaborador pela marca e não as ações dele para com os objetivos, por
exemplo, está incentivando o puxa-saquismo.
Quando a empresa estimula engajamento
sem focar nas ações, sem mostrar o que se espera das pessoas em seus processos
e atividades diárias, está
incentivando o puxa-saquismo.
Quando a empresa deixa de punir ou
repreender algum erro porque o colaborador é “engajado”, está com certeza
incentivando o puxa-saquismo.
Aqui, para finalizar esse pequeno
tópico, deixo uma dica: reconhecer ações é uma poderosa arma para engajar as
pessoas. (Algo que, infelizmente, não acontece muito, segundo a nossa
pesquisa “Cenário da Qualidade no Brasil em 2019”).
FONTE:https://blogdaqualidade.com.br/
sexta-feira, 7 de maio de 2021
As palavras do dia a dia!!!!
No seu uso cotidiano as palavras do cearensês ganham entonações, significados e formas. Não raro há vocábulos que, dependendo do contexto em que são utilizados, podem ou não transmitir aquilo que se deseja. A seguir algumas palavras, que na explicação do professor Josenir, são bastante usadas no dia a dia do cearense e que passam muitas vezes o humor característico do povo.
ABIROBADO OU ABILOBADO: De acordo com o professor da UFC, você encontra esta palavra também em outros estados do Nordeste. "O vocábulo vem de abilolado, de bila, o que é uma analogia da bila com a cabeça humana. Chamar alguém de abirobado, então, significa dizer que a pessoa não tem cabeça, não tem juízo".
ARIADO: Outra palavra muito comum no cearensês. "Ariado vem de ar, do mesmo jeito que alguém fica a flutuar no ar sem um rumo certo. É isso que o cearense quer dizer: eu me perdi, não sei para onde ir. Tem um toque marcante do humor cearense".
ARRIBA: "Veja que o elemento comum é riba, que vem do latim ripa. Riba ou ribeirinho vem de margem do rio. Quando você diz riba, quer dizer em cima, em cima do ponto alto do rio, de uma margem alta. Arriba é para, em direção, em direção à parte alta". Ainda de acordo com o professor, há uma influência do espanhol.
ENTONCE: Significa então e vem da mesma palavra do espanhol.
APERREAR: Encher o saco. "Vem de perro, cachorro em espanhol. Neste caso é um exemplo de adstrato porque o espanhol não esteve no Brasil, nem como superestrato e muito menos como nativo. É como se tivesse um cachorro querendo morder o seu calcanhar, é um momento de aflição", explica o pesquisador.
DIABÉISSO: Que diabos é isso? Segundo o professor, essa palavra é meramente mutilação fonética.
CUNHÃ: Significa mulher em tupi. "Hoje o que é que muitas vezes nós entendemos por cunhã? É a mulher vulgar, às vezes até prostituta. Claro que há contextos que você pode construir, como duas amigas se chamando de cunhã, mas isso é um contexto". O pesquisador explica que o significado pejorativo da palavra veio dos portugueses que menosprezavam a cultura indígena.
MIRIM: Quer dizer menino em tupi, crianças pequenas. "Não há nada de pejorativo, mas hoje quem é mirim para nós? Você chama uma criança da classe média de mirim? Não. Mirim é somente as crianças que vivem abandonadas, na delinquência, entregues ao mundo violento. Nós fizemos uma distorção".
MARMOTA: Vem do francês marmot, que é um roedor e vem do latim murmur, ranger dos dentes do roedor. Significa algo estranho.
FECHECLER: Zíper, vem do francês fecho eclér. "Então fecho de fechar e ecler de relâmpago. É o movimento que fecha rapidamente. O zíper vem do inglês e tem mais sentido onomatopáico, exatamente pelo som que faz", explica o professor Josenir.
FONTE: http://plus.diariodonordeste.com.br/
Você tem o direito de mudar de opinião, você tem o direito de crescer
Mudar de opinião em um determinado momento não é abandonar quem somos. É perceber que as pessoas em quem confiávamos não são íntegras, é assumir que um caminho que considerávamos correto não é e, acima de tudo, saber continuar com maturidade e sabedoria. Portanto, não nos esqueçamos de que todos temos esse direito valioso, de mudar para crescer. Por mais estranho que pareça, em nosso dia a dia é comum que vejam com ceticismo nossas ações e pensamentos diferentes. Essa reação pode acontecer com familiares, parceiros ou amigos. “Mas como você começou a gostar de verde se você sempre amou a cor azul?"
“Todos pensam em mudar o mundo, mas ninguém pensa em mudar a si mesmo."
-Aleksei Tolstoi-
E é exatamente assim. Agora gostamos mais do verde, do vermelho ou do azul, simplesmente porque compreendemos que há mais cores na vida do que sabíamos. Também descobrimos que há tonalidades que nos favorecem muito mais, que há sabores que despertam nossos sentidos e que há cheiros, lugares e ambientes mais motivadores e enriquecedores. Mudar de opinião não é um sacrilégio nem nos transforma em pessoas volúveis. Pelo contrário, as pessoas capazes de abrir suas mentes, ser receptivas a outros estímulos e que, além disso, estão abertas a mudanças quando acreditam ser necessário são um tipo de perfil altamente competente em seu próprio crescimento pessoal.
FONTE: amenteemaravilhosa.com.br/direito-de-mudar-de-opiniao/
CARÁTER!!!
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terça-feira, 4 de maio de 2021
MPCE recomenda cumprimento do Plano Nacional de Imunização e garantia da segunda dose contra Covid-19 em 29 municípios, inclusive CROATÁ.
O Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) já expediu recomendações para que 29 municípios notificados cumpram o Plano Nacional de Imunização (PNI), promovendo a inclusão de seus resultados no sistema unificado da Secretaria de Saúde do Estado do Ceará (SESA) Saúde Digital. Cada município deve adotar providências para garantir a segunda dose da vacina contra a Covid-19.
Até a última sexta-feira (30/04), 24 municípios cearenses haviam recebido as recomendações: Amontada, Banabuiú, Barbalha, Baturité, Caucaia, Choró, Croatá, Fortaleza, Frecherinha, Graça, Guaraciaba do Norte, Iguatu, Independência, Itaitinga, Itapipoca, Jati, Madalena, Maranguape, Mauriti, Palmácia, Penaforte, Porteiras, Quixadá e São Benedito. Até esta segunda-feira (03/05), outros cinco municípios entraram para a lista: Acopiara, Boa Viagem, Juazeiro do Norte, Massapê e Quixelô.
Cada Secretaria Municipal de Saúde deverá realizar um rigoroso controle da aplicação das doses de reforço das vacinas. As Secretarias devem manter controle e supervisão local do estoque, adotando todas as providências para assegurar a aplicação da segunda dose, inclusive com medidas administrativas e judiciais necessárias para garantir a dose complementar. Além disso, devem ter alerta prévio sobre a data da segunda dose e busca ativa dos pacientes que eventualmente percam o prazo da vacina.
Os municípios devem cumprir os critérios prioritários de vacinação previstos pelo Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 (PNO Covid), pelo Plano Nacional de Imunização (PNI) e pelo Plano Estadual, com registro de todos os dados, inclusive de aplicação das vacinas da primeira e da segunda dose no Sistema Saúde Digital. As informações devem ser disponibilizadas em tempo real, em integração com os sistemas nacionais (SIPNI) e local (Fastmedic), dando acesso pleno de todos os dados para a Secretaria de Saúde do Estado (Sesa).
O MPCE recomendou, ainda, a divulgação, de modo claro, à população, de todas as informações necessárias para a aplicação da segunda dose como datas limites, informação sobre eventual atraso, prazo limite para aplicação, como proceder em caso de atraso ou erro com aplicação de vacinas diferentes, dentre outras informações pertinentes.
A eventual falta ou escassez de segunda dose deve ser comunicada previamente e imediatamente ao Ministério Público. Por fim, o Município deve publicar todas as informações pertinentes à segunda dose, inclusive número de pessoas e percentual de segunda dose aplicadas e também das que não foram aplicadas no prazo.
No prazo de 24 horas, cada Secretaria de Saúde deve informar se foram armazenadas as vacinas necessárias para a segunda dose; o número dessas segundas doses no estoque de todas as vacinas; a quantidade de pessoas a serem vacinadas em segunda dose; a previsão de chegada de mais vacinas, especialmente da Coronavac; a lista completa de pessoas cujas doses se expiram nos próximos dias e se há vacinas para todas, com especificação das providências a serem adotadas em caso de expiração do intervalo de 28 dias recomendado entre a primeira e a segunda dose.
FONTE: http://www.mpce.mp.br/
segunda-feira, 3 de maio de 2021
Segunda remessa do vale gás começa a ser entregue nesta terça no Ceará:Benefício será entregue nas próximas terça e quarta, dias 4 e 5 de maio, a 125.263 famílias em situação de vulnerabilidade social
O governo do estado do Ceará começa a distribuir nestas terça (4) e quarta-feira (5) o segundo lote do Vale Gás Social a mais de 125 mil famílias em situação de vulnerabilidade social. No início de abril, mais de 130 mil famílias foram beneficiadas com o primeiro lote. Durante as entregas dos tíquetes às prefeituras, será assinado um termo de compromisso entre a Secretaria da Proteção Social e os poderes municipais.
Para receber o vale gás é necessário apresentar documento oficial com foto e comprovante de endereço. Os vales só serão entregues no dia e local agendados previamente. Portanto, o beneficiário só deve ir ao local no dia e turno confirmados, para evitar aglomerações. O uso de máscara de proteção é obrigatório.
Com o vale gás em mãos, o beneficiário pode ir à revenda da Nacional Gás mais próxima ou ligar para o canal de atendimento da empresa: 0800.7021200 e 0800.7021300. Para receber a recarga, é preciso estar com um botijão vazio e com o vale-gás preenchido. O tíquete deverá ser entregue ao revendedor.
Estão sendo contempladas com o Vale Gás Social as famílias beneficiárias do Cartão Mais Infância Ceará; inseridas no Cadastro Único (CadÚnico) e atendidas pelo Programa Bolsa Família, com renda per capita igual ou inferior a R$ 89,34; e os jovens participantes do Programa Superação.
FONTE: G1 CEARÁ